Bombeiros de Vila de Rei recebem um apoio de 153 mil euros em 2024. Foto: DR

O município de Vila de Rei definiu e aprovou por unanimidade, em reunião de executivo, o montante de subsídios e apoios anuais a atribuir às diversas associações e instituições que desempenham atividades culturais e desportivas no concelho. Durante o ano de 2024, está previsto um apoio financeiro a 22 associações, num montante que ascende aos 245 mil euros.

A atribuição destes subsídios é calculada com base nos critérios de despesas de manutenção, atividades para formação de adultos e/ou jovens, atividades de formação desportiva e recreativa para a população em geral, despesas com a realização ou apoio de eventos anuais, apoios para obras de beneficiação, realização de atividades desportivas e recreativas para a população geral e apoio na organização de eventos municipais.

De entre estes subsídios, destacam-se os apoios atribuídos à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila de Rei (153.150,00 euros) e Vilarregense FC (37.500,00 euros).

Estes valores podem sofrer alterações, caso os eventos calendarizados pelas associações nos seus Planos de Atividades não se venham a realizar ou caso existam novos eventos não programados no início deste ano.

De salientar que, para além dos referidos subsídios, existem ainda os apoios a atribuir às associações que participam com eventos desportivos nas ‘XXVI Jornadas Desportivas do Concelho de Vila de Rei – 2024′.

No âmbito dos quinze protocolos assinados entre o município e diversas entidades nacionais e internacionais com vista à dinamização do território de Vila de Rei, a autarquia vai ainda atribuir um total de 24.774,40 euros, de onde se destacam os valores para a Associação de Criadores Ruminantes do Pinhal (5.000,00 euros), Associação Nacional de Municípios Portugueses (4.991,77 euros) e à Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa (2.265,63 euros).

O presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, Ricardo Aires, considera que as associações do concelho “desempenham um papel essencial na comunidade vilarregense, a nível social, desportivo, cultural e turístico” e que estes subsídios “vão dar um precioso contributo” para que as coletividades possam dar seguimento e reforçar as iniciativas desenvolvidas.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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