Mercado Medieval em Vila de Rei, em 2025. Créditos: CMVR

A 14.ª edição do Mercado Medieval de Vila de Rei voltou a atrair centenas de visitantes ao centro histórico da sede do concelho, numa verdadeira viagem ao passado. O evento decorreu na Rua Rainha Santa Isabel, Largo da Misericórdia e ruas envolventes, recriando o ambiente da Idade Média com bancas de artesanato, figurantes trajados a rigor e um programa cultural diversificado.

Organizado pelo município de Vila de Rei, o certame contou com a presença de dezenas de expositores e mais de uma centena de figurantes, afirmando-se como um dos grandes destaques do calendário cultural local.

O programa do Mercado Medieval incluiu múltiplos momentos de animação, teatro e música, com atuações da Escola de Música de Vila de Rei – Orquestra Tradicional e Coro Sénior, Villa d’el Rei Tuna, Associação Cultura de um Povo, banda medieval ‘Os Sacarrabos’, grupo de danças Sellium, Teatro Depressa, companhia Zarabatana, Grupo de Concertinas da Casa do Benfica de Vila de Rei, e do grupo infantil ‘Os Gualdins’.

Jogos tradicionais, passeios de pónei e demonstrações equestres completaram a oferta para públicos de todas as idades.

No domingo, o evento integrou ainda a celebração da Eucaristia Solene em honra da Rainha Santa Isabel, seguida de procissão, que atravessou o recinto do Mercado, reforçando a ligação entre tradição religiosa e recriação histórica.

O vice-presidente da Câmara Municipal, Paulo César Luís, marcou presença no evento e sublinhou a forte adesão do público:

“O Mercado Medieval voltou a ser um grande sucesso. Durante dois dias, recebemos muitos visitantes que puderam desfrutar de um programa variado e de elevada qualidade. Esta é uma iniciativa que continua a crescer e a afirmar-se como uma importante referência cultural no nosso Concelho”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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