Miradouro de Fernandaires. Foto: CMVR

O município de Vila de Rei vai voltar a estar representado em mais uma edição da BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa, que se realiza na FIL de 28 de fevereiro e 3 de março. O território vilarregense vai estar em especial destaque na tarde de domingo, 3 de março, com representação própria nos stands da Associação de Municípios da Rota da Estrada Nacional 2 e da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa (CIMBB).

Para além da presença de um técnico do município nos balcões de atendimento destes stands, serão ainda realizadas duas sessões de degustação de produtos endógenos vilarregenses, realizadas pelo Villa Rey Spa Hotel: a primeira pelas 13h00, no balcão da Rota da EN2, e a segunda a partir das 15h00, junto do stand da CIMBB.

Para completar a representação de Vila de Rei, haverá ainda espaço para atuações do Grupo de Concertinas da Casa do Benfica de Vila de Rei junto dos balcões destas duas entidades.

O presidente da autarquia vilarregense, Paulo César Luís, destaca que “a representação de Vila de Rei em feiras internacionais de turismo permite-nos promover e divulgar Vila de Rei enquanto destino turístico de excelência. Esperamos voltar a conseguir mostrar as enormes potencialidades turísticas do Concelho, os nossos produtos endógenos, a nossa gastronomia e os agentes turísticos locais. A participação na Bolsa de Turismo de Lisboa vai assim, uma vez mais, mostrar aquilo que de melhor temos para oferecer a turistas e a possíveis investidores no Concelho”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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