Loja do Cidadão em Vila de Rei. Créditos: CMVR

A Loja do Cidadão de Vila de Rei, situada no rés-do-chão do edifício dos Paços do Concelho, entrou em funcionamento na segunda-feira. De momento, encontram-se já em atividade neste novo espaço os serviços da Segurança Social, Finanças, Conservatória e Registo Civil.

O Espaço do Cidadão encontra-se ainda em funcionamento no 1º andar do edifício, estimando-se que a sua passagem para a Loja do Cidadão possa ocorrer em breve, indica a autarquia.

O município vilarregense havia sido um dos 19 municípios a nível nacional selecionados para a instalação de uma Loja do Cidadão, após a aprovação de candidaturas pela Agência para a Modernização Administrativa (AMA) no quadro do Plano de Recuperação e Resiliência.

Para auxílio na instalação da Loja do Cidadão, o Município de Vila de Rei poderá receber um montante máximo de 741.355,92 euros por parte da AMA. Até ao momento, foram investidos 712.314,02 euros nas obras de adaptação dos espaços, 11.575,12 euros na aquisição de equipamentos de rede e 25.338,00 euros nos projetos de execução (valores já com IVA).

A reconversão dos espaços destes serviços vem, simultaneamente, ajustar e tornar mais eficiente o atendimento aos cidadãos, libertando ainda outras áreas existentes para que, num futuro próximo, possam vir a receber novos e diferentes serviços no Concelho.

O presidente da autarquia vilarregense, Ricardo Aires, afirma que “a instalação da Loja do Cidadão de Vila Rei vem facilitar o acesso da nossa população aos diferentes serviços ao juntá-los no mesmo espaço. Desta forma, esperamos conseguir reforçar as sinergias entre a administração pública e a administração local e, com isso, beneficiar os utilizadores – cidadãos e empresas – deste espaço”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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