Parque da Ribeira da Vila. Vila de Rei. Créditos: CMVR

O município de Vila de Rei lançou uma hasta pública com vista à cedência de exploração do estabelecimento de restauração e bebidas do Parque da Ribeira da Vila. Os interessados devem apresentar as suas propostas até às 16h00 do dia 2 de maio.

A exploração do estabelecimento terá uma renda mensal de 350€, sendo que o direito ao uso privativo terá o valor base de 100€, passível de licitação até ao limite máximo de 1.000€.

Os critérios para a valorização da proposta serão os seguintes: valor de adjudicação (15%); experiência comprovada na área da restauração e similares (35%); quadro de investimentos a realizar (20%); qualidade do projeto de dinamização dos espaços do bar e palco (30%).

Todos os interessados, devem apresentar as suas propostas em carta fechada, contendo no rosto “Proposta para cedência de exploração de estabelecimento de restauração e bebidas do Parque da Ribeira da Vila”, até às 16h00 do dia 2 de maio. A abertura de propostas e adjudicação serão feitas na sala das sessões, que terá lugar no dia 3 de maio, pelas 10h00.

A cedência de espaço para uso privativo, vigorará até ao dia 31 de dezembro de 2024, tendo início até 5 dias úteis após assinatura do contrato, podendo ser renovado sucessivamente pelo período de um ano, até ao máximo de 10 anos.

Os interessados em apresentar proposta, deverão consultar o Programa de Procedimento, Caderno de Encargos e Modelo de Proposta, disponíveis em http://www.cm-viladerei.pt/index.php/pt/servicos-2/avisos-editais . Para qualquer esclarecimento adicional, poderão ainda contactar os serviços da Câmara Municipal de Vila de Rei.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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