Créditos: CMVR

Dois concursos públicos do município de Vila de Rei para a construção 30 fogos para habitação no loteamento do Vale Galego, foram publicados em Diário da República, a 20 de novembro, tendo as empresas interessadas 20 dias para concorrer. Com um prazo de execução de 18 meses, as duas empreitadas implicam um investimento na ordem dos 2.8 milhões de euros.

Esta ação surge no seguimento dos acordos de colaboração celebrados entre o município de Vila de Rei, a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Médio Tejo e o Instituto de Reabilitação Urbana (IHRU) para a execução do projeto ‘Habitação Acessível’.

A empreitada alusiva aos lotes 18 e 19 engloba a construção de 12 fogos, com um preço base de 1.106.500,00 euros (um milhão, cento e seis mil e quinhentos euros) e um prazo de execução de 18 meses.

Por seu lado, a empreitada a executar nos lotes 15, 16 e 17 apresenta um preço base de 1.659.500,00 euros (um milhão, seiscentos e cinquenta e nove mil e quinhentos euros), com prazo de execução de 18 meses.

A execução destas empreitadas, (com anúncios de procedimento 19691/2023 e 19698/2023), prevê a construção de um edifício de três pisos em cada lote, com duas habitações unifamiliares em cada piso (um T2 e um T3).

O presidente da autarquia vilarregense, em nota de imprensa, afirma que “a construção de mais 30 fogos habitacionais a custos acessíveis vem dar uma importante resposta para um alojamento condigno a famílias com menores rendimentos ou para os mais jovens, que pretendemos fixar e atrair para o nosso território”.

“Esta ação vem colmatar necessidades de habitação existentes no concelho, com espaços com ótimas condições de habitabilidade a preços acessíveis, reforçando o parque habitacional para famílias que não encontrem respostas no mercado tradicional por incompatibilidade entre os seus rendimentos e os valores de renda praticados”, indica Ricardo Aires (PSD) na mesma nota informativa.

Os interessados devem submeter a sua proposta para o concurso através da plataforma disponível em www.acingov.pt, num prazo de 20 dias a contar do lançamento do concurso.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

Deixe um comentário

Leave a Reply