Jardim de Infância de Vila de Rei. Foto: CMVR

Face ao crescente número de crianças que frequentam o Jardim de Infância Municipal de Vila de Rei, o ano letivo 2023/2024 arrancou com a constituição de uma nova sala, estando no momento quatro salas em funcionamento. Neste sentido, existiu igualmente a necessidade de apetrechar as instalações com novos equipamentos, nomeadamente o refeitório e a nova sala.

O Jardim de Infância é frequentado pelas crianças dos 3 aos 6 anos, sendo a sua frequência gratuita, com refeições, complementos ao lanche e atividades lúdico-desportivas gratuitas.

O presidente da Câmara de Vila de Rei realça, em comunicado, que “o apetrechamento dos equipamentos educativos constitui uma preocupação, motivando o bem-estar das crianças, proporcionando condições dignas e facilitadoras na aquisição de conhecimento”, tendo indicado que este investimento prende-se com a pretensão de “disponibilizar um ensino de excelência e as melhores condições às crianças vilarregenses”.

“A Educação tem um papel preponderante nas prioridades do Município de Vila de Rei, que consideramos ser um importante pilar para o desenvolvimento de uma sociedade com pressupostos igualitários e direcionada para a formação e o desenvolvimento”, afirmou Ricardo Aires.

Ao longo dos últimos anos assistiu-se, no País, a transformações na área da Educação, que se reflete numa exigência cada vez maior e uma participação muito mais próxima por parte das autarquias nestas questões, resultado da descentralização de competência nesta área.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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