Edifício da Câmara Municipal de Vila de Rei. Foto: CMVR

A Câmara de Vila de Rei vai investir 720 mil euros para a instalação da Loja do Cidadão no rés-do-chão do edifício dos Paços do Concelho, tendo o anúncio de abertura do procedimento de concurso público sido já publicado em Diário da República. O investimento conta com financiamento da AMA [Agência para a Modernização Administrativa]”.

“Este novo espaço [Loja do Cidadão] será instalado no rés-do-chão do edifício dos Paços do Concelho [Vila de Rei] e irá englobar os serviços da Segurança Social, Conservatória e Registo Civil, Finanças e Espaço do Cidadão”, referiu, em comunicado, a Câmara de Vila de Rei.

A reconversão dos espaços destes serviços vai, simultaneamente, ajustar e pretende tornar mais eficiente o atendimento aos cidadãos e libertar áreas já existentes para que, num futuro próximo, possam vir a receber novos e diferentes serviços no Concelho.

Este município foi um dos 19, a nível nacional, selecionados para a instalação de uma Loja do Cidadão, após a aprovação de candidaturas pela AMA, no âmbito do quadro do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

A aprovação da candidatura e consequente financiamento do projeto teve em conta diversos fatores, nomeadamente abrangência dos serviços e número de postos de atendimento a instalar, critérios de acessibilidade e localização, população residente no concelho e a distância a Lojas do Cidadão já existentes.

O presidente da autarquia vilarregense, Ricardo Aires, afirma que “a Loja do Cidadão de Vila de Rei vem aproximar diferentes serviços dos vilarregenses, facilitando o seu acesso ao estarem juntos no mesmo espaço. Pretende-se igualmente um reforço de sinergias entre a administração pública e a administração local e, com isso, beneficiar os utilizadores – cidadãos e empresas – deste espaço”.

Os interessados devem submeter a sua proposta para o concurso através da plataforma disponível em www.acingov.pt, num prazo de 20 dias a contar do lançamento do seu lançamento, tendo o mesmo sido publicado em Diário da República, a 14 de dezembro de 2022 (2ª Série n.º 239 com anúncio de procedimento 16495/2022).

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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