Movimento entrega baixo assinado na autarquia de Tomar contra o aumento do preço da água. Foto: DR

No âmbito da celebração do Dia Mundial da Água, o Município de Vila de Rei distribuiu garrafas de vidro personalizadas pelos diversos edifícios municipais, de modo a incentivar o consumo de água da torneira e de sensibilizar para a redução da utilização de garrafas de plástico.

Com a mensagem “Águas de Vila de Rei – Naturalmente Segura, Barata e Saudável”, as garrafas foram distribuídas pelos diversos espaços públicos do Edifício Paços do Concelho, Museus e Biblioteca, com o principio de apelar ao consumo da água da torneira.

O vice-presidente do Município, Paulo César, destaca que “esta pequena ação aporta um significado muito importante, no sentido de valorizar e preservar um recurso tão importante como a água. No âmbito da nossa intervenção, a qualidade da água para consumo humano é um fator importantíssimo, e em Vila de Rei temos vindo a registar, ano após ano, melhorias constantes e sustentadas, alcançando valores de 99% de água segura, na torneira do consumidor.

Para além da “elevada qualidade da água e de estar sempre disponível”, o autarca destaca ainda que Vila de Rei apresenta “um dos preços mais justos e equitativos a nível nacional” para os consumidores.

Vila de Rei disponibiliza água da torneira em espaços públicos. Créditos: CMVR

Com este resultado, o Município vê assim reforçado o seu contributo para com o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, mais concretamente com o ODS 6 – Água Potável e Saneamento, ou seja, garantir a disponibilidade e a gestão sustentável de água potável para todos, procurando-se aumentar a confiança dos consumidores e incentivar o consumo de água da torneira.

Entende-se que se a confiança na água da torneira melhorar, os cidadãos também podem contribuir para reduzir impacto no meio ambiente, reduzindo as emissões de CO2 e os resíduos de plástico de água engarrafada.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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