Vila de Rei implementa sistema de deposição e recolha de resíduos têxteis. Créditos: CMVR

A Assembleia Municipal de Vila de Rei aprovou, por unanimidade, na sua reunião de 1 de fevereiro, a proposta de protocolo entre o Município e a Projeto Esperança – Cooperativa de Solidariedade Social, Crl, com vista à implementação de um sistema de deposição e recolha de resíduos têxteis no Concelho.

De acordo com o protocolo aprovado, a Projeto Esperança irá proceder à recolha de roupa usada, com vista à sua reutilização e/ ou reciclagem, mediante a colocação de contentores adequados a tal efeito, na área territorial do Município de Vila de Rei.

Dependendo dos níveis de qualidade dos bens recolhidos, os mesmos são encaminhados para
diversos fins, nomeadamente para suprir necessidades de Instituições de Solidariedade Social e de famílias necessitadas.

A recolha dos bens referidos é da total responsabilidade da Projeto Esperança, sem qualquer custo para o Município, efetuando-se periodicamente em função da necessidade.

Serão assim colocados seis contentores no Concelho (quatro em Vila de Rei, um em Fundada e um em São João do Peso).

Assembleia Municipal de Vila de Rei. Créditos: mediotejo.net

Todos os custos ou encargos financeiros provenientes da prestação de serviços que são objeto do presente Acordo, são da exclusiva responsabilidade da Projeto Esperança.

A Autarquia de Vila de Rei receberá da Projeto Esperança uma contrapartida financeira de 120 euros anualmente por cada contentor colocados na sua jurisdição, bem como 70 euros por tonelada de recolhas extra.

O presidente do Município de Vila de Rei, Paulo César Luís, afirma que “a implementação deste sistema de deposição e recolha de têxteis assume uma dupla importância, com a reutilização e reciclagem de resíduos e na vertente social, com os têxteis recolhidos a poderem suprir necessidades de instituições e famílias necessitadas”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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