Fundação João e Fernanda Garcia reconhecida no ‘Seminário Autarquia Solidária’

A Fundação João e Fernanda Garcia foi reconhecida, pelo Município de Vila de Rei, pelo seu trabalho de intervenção social na área da deficiência, assim como pelos seus resultados e impacto na sociedade. Este reconhecimento teve lugar durante o V Seminário Autarquia Solidária, organizado pela plataforma Cidade Social e subordinado ao tema Intervenção Social – Deficiência “Os Desafios de uma Comunidade na Inclusão”, que decorreu na Casa das Artes de Miranda do Corvo, no dia 23 de abril.

Durante o Seminário, a plataforma Cidade Social fez assim o reconhecimento público de várias entidades a nível nacional.  O programa “Autarquia Solidária” tem como principais eixos estratégicos a formação, a partilha de boas práticas, o reconhecimento e networking entre as entidades que desenvolvem ou apoiam programas e atividades de apoio social, incluindo os direcionados a pessoas com deficiência.

A iniciativa ‘Autarquia Solidária’ “não apenas reconhece o esforço das autarquias, mas também estimula a partilha de boas práticas e a colaboração entre entidades, promovendo assim a construção de uma rede sólida de apoio social a nível nacional”, lê-se em nota de imprensa

O Seminário foi assim um momento de partilha, reflexão e enriquecimento profissional e pessoal, com uma abordagem específica da problemática da Deficiência e Inclusão, nas suas diversas dimensões, acrescenta a mesma nota.

O presidente da Autarquia vilarregense, Ricardo Aires, esteve presente na sessão e aproveitou para destacar “o importante papel que a Fundação João e Fernanda Garcia presta à comunidade vilarregense, prestando os melhores cuidados a cidadãos portadores de deficiência, contribuindo para o seu bem-estar e para uma melhor integração na sociedade”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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