Pelo segundo ano consecutivo, a iniciativa “Folclore no Centro” acontece no Pavilhão Polidesportivo da Fundada no dia 5 de fevereiro, domingo. Com organização da CM Vila de Rei, com o apoio do CLDS 3G, Junta de Freguesia da Fundada e CCDR da Fundada, o evento volta a surgir com o objetivo de valorizar e estimular o gosto pela cultura popular, preservando e divulgando as tradições locais.

A animação musical terá início pela manhã, com as atuações dos alunos da Universidade Sénior do Sardoal, pelas 10h30, e da Universidade Sénior de Mação, pelas 11h30.

A iniciativa “Folclore no Centro” vai ter início pelas 15:00 horas e contará com a presença do Rancho Folclórico de Casais de Revelhos (Abrantes), Grupo “As Mondadeiras” da Casa Branca (Sousel), Rancho Folclórico e Etnográfico de Alviobeira (Tomar), Rancho “Os Camponeses” de Riachos (Torres Novas) e do Rancho Folclórico da Fundada.

Para Ricardo Aires, presidente da autarquia vilarregense, “depois do êxito alcançado na primeira edição, o ‘Folclore no Centro’ regressa com o mesmo objetivo de valorizar e ajudar a preservar uma tradição tão típica do nosso país. Será, uma vez mais, um belo espetáculo de cultura popular, com atuações de diversos grupos de folclore que prometem proporcionar uma tarde diferente e bastante animada”.

Paralelamente ao encontro “Folclore no Centro”, vai decorrer no mesmo espaço uma reedição da “Feira de Velharias, Antiguidades e Colecionismo”.  A ideia é reunir no mesmo espaço expositores de vários tipos de artigos, desde pequenos objetos pessoais, de coleção ou mesmo móveis antigos, servindo o gosto dos que apreciam este tipo de feiras.

Todos os interessados em participar como expositores na Feira de Velharias, Antiguidades e Colecionismo deverão preencher a Ficha de Inscrição disponível em www.cm-viladerei.pt e proceder à sua entrega na Receção da Câmara Municipal de Vila de Rei ou através do endereço de correio eletrónico cultura@cm-viladerei.pt, até ao dia 31 de janeiro.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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