Borda da Ribeira recebe mais uma edição do “Festival do Almeirão, Azeite Novo e Pão Caseiro”. Créditos: CMVR

A ADRC Borda da Ribeira, Louriceira e Marmoural, com o apoio dos Município de Vila de Rei e Mação, Junta de Freguesia de Vila de Rei e União de Freguesias de Mação, Penhascoso e Aboboreira, organizou, nos dias 28 e 29 de janeiro, a terceira edição do “Festival do Almeirão, Azeite Novo e Pão Caseiro” realizada no Pavilhão Multiusos da Borda da Ribeira.

A iniciativa voltou a repetir o sucesso das edições anteriores, com mais de 350 pessoas a marcarem presença no jantar de sábado e almoço de domingo, tendo a possibilidade de desfrutarem de um Menu Buffet com direito a Sopa de Almeirão e a diversos pratos (carne, peixe e grelhados) onde o almeirão era o acompanhamento de excelência.

O vice-presidente da autarquia vilarregense, Paulo César Luís, esteve também presente no Festival e não quis deixar a oportunidade de “dar os parabéns à ADRC Borda da Ribeira, Louriceira e Marmoural pelo regresso deste evento à calendarização gastronómica do Concelho. Este Festival tem também a missão de valorizar o nosso património cultural, dando um importante destaque à nossa gastronomia, aos produtos locais e às nossas tradições”.

Por sua vez, o presidente da ADRC Borda da Ribeira, Louriceira e Marmoural, Bruno Fernandes, agradeceu “a toda a população local, que voltou a unir esforços na preparação e organização deste evento, e que contribuiu fortemente para o sucesso do mesmo”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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