O Festival das Sopas e Petiscos de Vila de Rei está de volta para a sua oitava edição, a decorrer nos dias 29 e 30 de março, no Pavilhão Polidesportivo da Fundada.

Organizado pelo Município de Vila de Rei e pela equipa do VLDS 5G Vila_com_Vida, com o apoio da Junta de Freguesia da Fundada e do CCDR da Fundada, o evento promete dois dias repletos de sabores tradicionais e de um saudável convívio.

O Festival das Sopas e Petiscos vai decorrer entre as 19h00 e as 22h00 de sábado, 29 de março, e entre as 12h00 e as 15h00 de domingo, dia 30.

A entrada no recinto tem um custo de 4 euros, valor que oferece aos visitantes uma sacola, tigela, colher e o direito a experimentar as mais de 20 sopas a concurso, elaboradas por Associações e IPSSs do Concelho.

A oitava edição do Festival das Sopas e Petiscos de Vila de Rei volta a contar com a eleição da “Melhor Sopa”, através da votação do público e de um júri nomeado para o efeito.

Festival certificado como EcoEvento

O Festival das Sopas e Petiscos de Vila de Rei foi certificado como EcoEvento pela VALNOR, entidade que se encontra a promover e a apoiar eventos sustentáveis com o objetivo de alargar hábitos ambientais adequados em todo o lado.

O Festival das Sopas e Petiscos recebe assim o estatuto de EcoEvento, pela VALNOR, pois cumpre com todos os critérios estipulados por forma a assegurar a adequada gestão de resíduos produzidos no recinto do evento. A VALNOR disponibilizará os devidos contentores para a separação de resíduos, bem como a sua recolha e encaminhamento para valorização/reciclagem.

Um EcoEvento é uma iniciativa certificada por cada concessionária da EGF, que se realiza num espaço pré-definido, que tem uma duração limitada e que é um exemplo de adoção de medidas ambientais adequadas que promovem os conceitos da sustentabilidade. Os EcoEventos são apoiados com um serviço adequado de recolha seletiva adaptado à sua dimensão e benefícios económicos associados à quantidade de embalagens separada corretamente.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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