Escola Básica e Secundária do Centro de Portugal recebeu Bandeira Verde EcoEscola 2022. Créditos: CMVR

A Escola Básica e Secundária do Centro de Portugal recebeu, no dia 12 de outubro, a Bandeira Verde Eco-Escola 2022, numa cerimónia realizada no Pavilhão Municipal de Valongo.

O evento é considerado o maior encontro nacional na área da educação ambiental e reuniu cerca de 2.500 crianças, jovens, professores e autarcas de todas as escolas galardoadas no ano letivo 2021/2022.

Presente na cerimónia, a vereadora do Ambiente do Município de Vila de Rei, Rosa Martins, referiu que “este galardão é o reconhecimento de muito trabalho, muito envolvimento e colaboração da comunidade educativa. O meu agradecimento a todos os alunos, professores e pessoal não-docente envolvido no programa. Estamos todos muito orgulhosos da nossa escola!”.

Este Programa educativo internacional é promovido pela Fundação para a Educação Ambiental (Foundation for Environmental Education – FEE) cuja secção portuguesa é a Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) e tem o apoio de vários parceiros que colaboram em financiamentos específicos de diferentes atividades, nomeadamente os concursos.

O programa “Eco-Escolas” pretende encorajar o desenvolvimento de atividades, visando a melhoria do desempenho ambiental das escolas, contribuindo para a alteração de comportamentos e do impacto das preocupações ambientais nas diferentes gerações, reconhecendo e premiando o trabalho por elas desenvolvido.

Pretende igualmente criar hábitos de participação e de cidadania, com o objetivo principal de encontrar soluções que permitam melhorar a qualidade de vida na escola e na comunidade.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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