Vila de Rei distinguido como ‘Município Amigo da Juventude’. Créditos: CMVR

O Município de Vila de Rei recebeu na sexta-feira, 26 de maio, a distinção de ‘Município Amigo da Juventude’ – categoria quatro estrelas – atribuído pela FNAJ – Federação Nacional das Associações Juvenis. A entrega das distinções decorreu na cidade de Pinhel, durante o terceiro Encontro Nacional de Município Amigos da Juventude.

Vila de Rei foi assim agraciada com a entrega da Bandeira e do Selo de ‘Município Amigo da Juventude’ na categoria de quatro estrelas, por ter cumprido com sete dos nove critérios existentes para a atribuição desta distinção.

O vice-presidente da autarquia de Vila de Rei e responsável pelo pelouro da Juventude, Paulo César Luís, esteve presente no evento e destacou “a importância da realização desta iniciativa, que permitiu a partilha de boas práticas municipais e de reflexão conjunta para boas políticas locais de juventude. A entrega da bandeira de ‘Município Amigo da Juventude’ é um enorme orgulho para nós e reforça o compromisso de impulsionar as melhores políticas locais ao serviço dos nossos jovens e na criação de novas políticas amigas da juventude”, afirmou.

Vila de Rei distinguido como ‘Município Amigo da Juventude’. Créditos: CMVR

A FNAJ é uma estrutura representativa de mais de mil Associações Juvenis de base local e regional em Portugal e que, por sua vez, movimentam um universo de cerca de meio milhão de jovens.

Em 2020, fundou a Rede Nacional de Municípios Amigos da Juventude, uma plataforma de contacto que pretende impulsionar a implementação de políticas de juventude estruturantes, sustentáveis e articuladas com a estratégia e visão dos jovens. Esta rede, que conta com mais de 150 municípios, é pioneira na sua conceção e encontra-se assente em três eixos: estratégias de políticas de juventude, boas práticas municipais e sinergias de políticas locais de juventude.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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