Carnaval de Vila de Rei Foto: Paulo Jorge de Sousa

A Câmara Municipal de Vila de Rei e a equipa do CLDS 4G voltam a organizar, no dia 19 de fevereiro, uma nova edição do Desfile de Carnaval de Vila de Rei, após dois anos de interregno forçado devido à pandemia da covid-19. A participação no desfile poderá ser feita de forma individual ou em grupo, com ou sem carro alegórico, estando as inscrições abertas até 10 de fevereiro.

O evento conta sempre com grandes momentos de folia e diversão e tem contado com a presença de centenas de participantes no corso carnavalesco e muito público espalhado pelas ruas de Vila de Rei.

A participação no desfile poderá ser feita de forma individual ou em grupo, com ou sem carro alegórico, sendo que todos os participantes receberão um Prémio de Participação, atribuído monetariamente, com base na pontuação atribuída pelo júri designado para o efeito, que poderá atingir o valor de 180€ para Grupo com Carro, 90€ para Grupo sem Carro e 30€ para Concorrentes Individuais.

Os participantes que, em cada categoria, obtiverem a maior pontuação atribuída pelo júri serão os vencedores do Desfile e serão premiados da seguinte forma:

Crianças: Individual – 75€; Grupo sem Carro – 100€;

Adultos: Individual – 75€; Grupo sem Carro – 100€; Grupo com Carro – 180€;

Idosos: Individual – 75€; Grupo sem Carro – 100€;

O júri poderá ainda atribuir Menções Honrosas, que serão premiadas com o valor de 50€.

Todos os interessados deverão realizar a sua inscrição até ao dia 10 de fevereiro, nas instalações do CLDS 4G ou através do endereço de correio eletrónico clds4g@cm-viladerei.pt.

As normas do evento e a Ficha de Inscrição encontram-se disponíveis em www.cm-viladerei.pt.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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