Foto: DR

O dia 15 de março, terça-feira, vai ser dedicado ao teatro para os mais novos graças a duas peças que serão dinamizadas pela companhia de teatro “Atrapalharte” no Auditório Municipal de Vila de Rei, numa iniciativa organizada pela Rede de Bibliotecas do Médio Tejo e pelo Município.

Durante a manhã estará em cena a peça “A Girafa que Comia Estrelas”, dedicada às crianças do pré-escolar e 1º ciclo. Esta pela baseia na obra de José Eduardo Agualusa e “conta a história da girafa Olímpia e da galinha do mato Margarida, duas amigas inseparáveis”.

“A girafa de pescoço comprido passa o dia a furar as nuvens para tentar ver os anjos e a noite a comer as estrelas do céu, que às vezes fazem azia. A galinha do mato faz das nuvens a sua casa e coleciona objetos brilhantes (…) Um dia, a savana onde viviam fica sem nuvens e o sol começa a secá-la. As duas amigas vivem verdadeiras aventuras em prol do futuro da savana. Esta história é um excelente ponto de partida para explicar aos mais pequenos a questão das alterações climáticas e a importância da responsabilidade e consciencialização ambiental”, pode ler-se em sinopse desta obra.

Já da parte da tarde, será a vez dos jovens do 5º ao 7º ano assistirem à peça “As Viagens de Gulliver com paragem em Portugal”, uma obra de Maria Luísa Ducla Soares “baseada num clássico da literatura universal”.

A obra trata de “um desafio à imaginação e ao espírito crítico, levando os jovens a encararem diversas perspetivas do mundo. O espetáculo passa pelo reino dos anões, com inúmeras aventuras hilariantes, até que chega a Lisboa do sec. XVIII, onde, a par da galanteria e da riqueza, impera a Inquisição”.

Esta programação de teatro para os mais novos integra o programa de Promoção do Sucesso Escolar da Rede de Bibliotecas do Médio Tejo, pela Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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