O Município de Vila de Rei implementou mais 1 DAE pediátrico (desfibrilador automático externo) que pode ser utilizado tanto nas crianças como nos adultos e irá formar funcionários para a sua utilização.

Este DAE encontra- se alocado no edifício no Centro Escolar de Vila de Rei (Edifício do Jardim de infância e Creche municipal), tendo até ao momento um total de 7 DAEs instalados em edifícios do concelho de Vila de Rei. (Edifício dos Paços do Concelho; Biblioteca Municipal; Pavilhão Desportivo; Piscinas e ginásio; Estádio Municipal e Escola Básica e Secundária.

Para este equipamento irão ser formadas 12 funcionários para poderem estar devidamente habilitadas a usar o DAE em caso de necessidade.

A criança está particularmente sujeita a situações de obstrução da via aérea, dado que a mesma é de menor diâmetro e colapsa com facilidade. Assim, a principal causa de paragem cardiorrespiratória (PCR) em idade pediátrica deve-se ao compromisso da parte respiratória, sendo que o resultado final poderá ser também o compromisso a parte circulatória e consequentemente, dar origem à PCR.

Em nota de imprensa o Município refere que “está cientificamente comprovado que a utilização de Desfibrilhadores Automáticos Externos (DAE), em contexto extra-hospitalar aumenta significativamente a probabilidade de sobrevivência, especialmente em idade pediátrica onde, a taxa de sucesso é superior”.

O vice-presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, Paulo César Luís, espera que “não sejam necessários, seria um bom sinal, no entanto, em caso de necessidade estamos agora mais capacitados para intervir em caso de paragem cardiorrespiratória. É ainda nossa intenção, futuramente, vir a equipar com mais DAEs, outros edifícios públicos uma vez que, acreditamos serem uma mais valia para a salvaguarda das pessoas”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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