Vila de Rei assinala 740 anos de foral no dia 19 de setembro. Foto: DR

O anúncio de procedimento do concurso público para a construção de cinco moradias para habitação acessível em Vila de Rei, de tipologia T3, foi publicado em Diário da República a 21 de março (procedimento 4907/2024). O preço base é de 645 mil euros, com um prazo de execução de 18 meses, e as propostas devem ser entregues até 9 de abril.

Esta ação surge no seguimento dos Acordos de Colaboração celebrados entre o Município de Vila de Rei, a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo e o Instituto de Reabilitação Urbana para a execução do projeto ‘Habitação Acessível’.

A empreitada prevê a construção de cinco moradias, de tipologia T3, localizados nos lotes 10, 11, 12, 13 e 14 da Urbanização Vale Galego. O preço base para o Concurso é de 645.000,00 euros, com um prazo de execução de 18 meses.

Os interessados devem submeter a sua proposta para o concurso através da plataforma disponível em www.acingov.pt, até ao dia 9 de abril.

O presidente da Autarquia vilarregense, Ricardo Aires, afirma que “a construção destes cinco novos fogos – que juntamos aos 30 fogos habitacionais já em construção – vem ajudar a colmatar as necessidades de habitação existentes no nosso Concelho, criando novos lares com ótimas condições de habitabilidade a preços acessíveis. Pretendemos assim reforçar o parque habitacional para famílias que não encontrem respostas no mercado tradicional, numa importante medida para fixar e atrair população para o nosso território”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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