Comissão de Proteção do Idoso em Risco de Vila de Rei é projeto finalista do Prémio de Boas Práticas de Envelhecimento Ativo. Foto: DR

A Comissão de Proteção do Idoso em Risco de Vila de Rei é um dos onze projetos finalistas do Prémio de Boas Práticas de Envelhecimento Ativo e Saudável na Região Centro, numa iniciativa promovida pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), em colaboração com os consórcios Ageing@Coimbra e AgeINfuture.

A Comissão de Proteção do Idoso em Risco de Vila de Rei tem por missão identificar situações de dependência decorrentes da idade, doença prolongada, convalescença, incapacidade, isolamento ou condições económicas desfavorecidas e, em parceria com instituições desta área, encontrar respostas para as situações e problemas.

Depois de identificada a situação, parte-se para a tentativa de resolução, em articulação com as politicas municipais de apoio à pessoa idosa, seja informando, sensibilizando e responsabilizando as famílias e a comunidade na difusão generalizada de informação e de promoção de intervenções e respostas especificas.

O objetivo do projeto passa por assegurar a continuidade da pessoa idosa no seu meio de vida habitual, dispondo da segurança de poderem ser acompanhados por um serviço humanizado e que responda às mais diversas necessidades.

Quando tal já não é possível, permite encontrar soluções, visando sempre o bem-estar, a segurança e a dignidade da pessoa idosa, sendo o trabalho desenvolvido em Vila de Rei reconhecido com esta nomeação, uma das 11 selecionadas de um total de mais de uma centena.

Os prémios estão divididos em três categorias: Conhecimento+, Vida+ e Saúde+ (onde está inserido o projeto de Vila de Rei). No total, foram escolhidas 11 ações entre 113 candidaturas, provenientes de 58 municípios.

Os vencedores deste Prémio serão revelados no 9º Congresso Envelhecimento Ativo e Saudável da Região Centro, que decorrerá no dia 6 de dezembro, em Coimbra.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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