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O certame maior do concelho de Vila de Rei volta a estar de mãos dadas com a saúde e bem-estar da população, desta feita através da organização da 33ª Colheita de Sangue e da promoção de rastreios cardiovasculares.

O Município e o Centro de Sangue e da Transplantação de Coimbra organizam, no dia 3 de agosto, a Colheita de Sangue de Vila de Rei, que se realiza entre as 15h00 e as 19h00 no Auditório Municipal de Vila de Rei. Sob o mote “Doar sangue poderá significar salvar vidas”, a organização convida todos a participar neste momento solidário.

A autarquia recorda que podem ser dadores de sangue pessoas entre os 18 e 65 anos, desde que de boa saúde e que tenham hábitos de vida saudáveis, bem como peso igual ou superior a 50kg. Já para uma primeira dádiva o limite de idade estabelece-se aos 60 anos.

Nesta edição da FEQM serão também realizados rastreios aos visitantes que assim o desejarem. Serão avaliados a glicémia, tensão arterial e o índice de massa corporal para despiste de doenças. Foto: DR

Por outro lado, os visitantes da Feira de Enchidos, Queijo e Mel vão poder, nos dias 27 e 28 de julho e 4 de agosto, realizar um conjunto de rastreios e despistes de doenças cardiovasculares, numa iniciativa promovida pelos Novos Fitados de Medicina de Coimbra, com o apoio do Município de Vila de Rei.

Segundo a organização, nos rastreios serão avaliados a glicémia, tensão arterial e o índice de massa corporal, com vista ao despiste de algumas das doenças mais preponderantes no país, como as doenças cardiovasculares, obesidade ou diabetes. As pessoas rastreadas poderão, se assim o entenderem, contribuir com um donativo voluntário para os Novos Fitados de Medicina de Coimbra.

A iniciativa vai decorrer no hall do edifício da Câmara Municipal, entre as 16h00 e as 00h00, e tem como objetivo alertar a população para a necessidade prática de um estilo de vida saudável e para a prevenção de doenças cardiovasculares.

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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