Desfile de Carnaval em Vila de Rei. Créditos: CMVR


A edição de 2025 do Desfile de Carnaval de Vila de Rei, realizada na tarde de domingo, 2 de março, contou com mais de 400 participantes inscritos – um aumento de cerca de 200 pessoas em relação ao ano anterior – e centenas de pessoas a assistir ao evento. O desfile contou com a participação de 41 grupos de mascarados que percorreram as ruas da sede de Concelho, espalhando a alegria e a animação típicas desta época festiva.

O ponto alto do evento aconteceu na reta final do percurso, onde uma multidão se reuniu para assistir à apresentação dos grupos.

A animação foi reforçada com a presença da banda ‘TorresFarra’, que atuou no início e no encerramento do desfile, e da empresa MegaAnimação, que proporcionou momentos de diversão ao longo de todo o percurso.

No final do desfile, os melhores mascarados foram distinguidos pelo júri, com os seguintes premiados:

Crianças
• Grupo: “Lego Peças”, pelo Pré-Escolar do Agrupamento de Escolas de Vila de Rei

Adultos
• Individual: “João Sem Visão”, por Bruno Alves
• Grupo sem Carro: “A Colmeia do Amor”, pela Fundação João e Fernanda Garcia
• Menção Honrosa: “Festa da Espuma”, pelo Vilarregense FC
• Grupo com Carro: “Rota dos Moinhos”, pela Associação Brejo Fundeiro

Idosos
• Individual: “Dr. Marreta cura Marretas e Pernetas”, pela Associação de Moradores dos Casais de Baixo
• Grupo: “Pasteleiros de Peso”, pelo Centro de Acolhimento de S. João do Peso

O desfile foi organizado pela Câmara Municipal de Vila de Rei e pela equipa do CLDS 5G Vila de Rei Vila_Com_Vida.

O vice-presidente do Município de Vila de Rei, Paulo César Luís, destacou o sucesso do evento, afirmando que “voltámos a contar com um grande grupo de mascarados, centenas de pessoas na assistência e, acima de tudo, um espírito de festa e animação que contagiou todos os presentes. Deixo um especial agradecimento às nossas Associações, IPSSs, Creches e a todos os vilarregenses envolvidos, que contribuíram para mais uma tarde memorável”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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