Câmara de Vila de Rei lançou novo concurso público para construção de Creche Municipal. Créditos: CMVR

A empreitada apresenta agora um preço base de 839.600,00€ + IVA, com um prazo de execução de onze meses, num valor superior em perto de 145.000,00€ em relação ao concurso anterior. O valor da comparticipação do Plano de Recuperação e Resiliência mantém-se o mesmo (494.000,00€), sendo a autarquia de Vila de Rei a garantir a restante verba para a execução da obra.

O presidente da autarquia vilarregense, Ricardo Aires, afirma que “face ao atual contexto da guerra na Ucrânia e consequente inflação, o Município de Vila de Rei contactou o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e o Programa de Recuperação e Resiliência para serem revistos em alta os custos-padrão da construção fixados pelo Ministério, com a correspondente comparticipação, mas a resposta não foi positiva. Não podemos, contudo, retardar mais o arranque desta obra, que julgamos fulcral para o pleno desenvolvimento das nossas crianças. Face a isto, o Município vai reforçar as suas verbas para garantir a execução da empreitada e, desta forma, garantir as melhores condições possíveis para o bem-estar das crianças e assegurar o seu correto crescimento e formação”.

A nova Creche Municipal vai apresentar uma área de implantação de 772,53 m2, contando com dois berçários e salas-parque, duas copas de leites, três salas de atividades, refeitório, copa/cozinha, gabinete técnico e zona de direção, serviços técnicos e administrativos.

A nova Creche Municipal vai permitir acolher um maior número de crianças (um total de 51), respondendo assim ao aumento da procura pelos serviços municipais da Creche que se tem feito sentir nos últimos anos.

Os interessados devem submeter a sua proposta para o concurso através da plataforma disponível em www.acingov.pt, num prazo de 20 dias a contar do lançamento do Concurso.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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