Escola Básica e Secundária de Vila de Rei. Foto: CMVR

A proposta para abrir um procedimento de concurso público, com vista à “reabilitação e requalificação da Escola Básica e Secundária de Vila de Rei, foi aprovada pelo executivo municipal, em novembro de 2023.

Na passada sexta-feira a Câmara aprovou, por unanimidade, a estimativa orçamental que ascende ao montante de 2.291.135,23 euros (mais IVA à taxa legal em vigor), valor muito além, em cerca de 1 milhão e 300 mil euros, da estimativa inicial da empreitada que ascendia a 920.000,00 euros (mais IVA).

Mas o executivo municipal, de maioria PSD, entende revelar-se necessário e urgente proceder à modernização da Escola Básica e Secundária de Vila de Rei através da realização de obras de reabilitação e requalificação, nomeadamente no que concerne à implementação de medidas de eficiência energética e transição digital.

Deu conta de ter surgido a “possibilidade de obtenção de financiamento para a necessária e urgente intervenção” considerando a abertura de um aviso no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Em novembro de 2023, nessa mesma reunião de Câmara, foi revelado que a requalificação da Escola Básica e Secundária teria um prazo de execução de 18 meses.

Os trabalhos a executar visam o aumento da eficiência energética dos equipamentos e infraestruturas e incluem a pintura e aplicação de cortiça projetada, a aplicação de novos sistema de aquecimento de águas (com painéis fotovoltaicos para autoconsumo), a substituição de vãos, a requalificação do antigo Pavilhão Desportivo, a construção de novos balneários e de novas salas polivalentes.

No entanto, a adjudicação desta empreitada estava dependente da aprovação da candidatura a Fundos Comunitários. O projeto foi agora aprovado para candidatura ao PRR.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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