Foto: DR

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila de Rei (AHBVVR) encontra-se já com duas Equipas de Intervenção Permanente (EIP) em pleno funcionamento, após a aprovação, pela Secretaria de Estado da Administração Interna, da candidatura apresentada pela AHBVVR, com o apoio da autarquia vilarregense. O protocolo relativo à segunda Equipa de Intervenção Permanente foi aprovado por unanimidade em reunião de executivo na sexta-feira, 7 de janeiro.

O Município de Vila de Rei suporta metade das despesas com remunerações e contribuições para a Segurança Social dos elementos de ambas as EIP, com a outra metade a ser da responsabilidade da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

Reunião de Câmara Municipal de Vila de Rei. Créditos: mediotejo.net

O presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, Ricardo Aires, adianta que “a entrada em funcionamento de uma nova Equipa de Intervenção Permanente vem aumentar a capacidade de resposta na prestação de todos os cuidados que os Bombeiros prestam à população, sendo esta uma ótima notícia para no nosso Concelho. É mais um reforço na profissionalização dos Bombeiros de Vila de Rei, com melhorias para os Bombeiros e para a população, permitindo uma resposta mais célere e eficiente para possíveis incêndios urbanos e rurais, bem como para todos os serviços que a corporação de Bombeiros presta aos vilarregenses.”

As Equipas de Intervenção Permanente asseguram o socorro e a emergência na área do respetivo concelho, e os bombeiros que as integram são caracterizados por elevada especialização, com conhecimento em valências diferenciadas, que lhes permitem dar resposta adequada nas diferentes missões.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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