Foto: CMVR

Na sequência da implementação do projeto “Aldeia Segura – Pessoas Seguras” no Concelho de Vila de Rei, o Serviço Municipal de Proteção Civil promoveu, na tarde de 24 de julho na Biblioteca Municipal José Cardoso Pires, uma sessão de esclarecimento que contou com a participação de representantes de 25 aldeias do concelho.

Ao longo da iniciativa foram abordadas as vantagens da inclusão de aldeias no programa “Aldeia Segura – Pessoas Seguras”, nomeadamente no que diz respeito à proteção dos aglomerados populacionais, prevenção de comportamentos de risco, ações de sensibilização e prevenção, planos de evacuação das aldeias e medidas de autoproteção, lê-se em comunicado enviado à imprensa.

Segundo a mesma informação, Ricardo Aires, presidente do Município de Vila de Rei, destacou durante a sessão que “continuamos empenhados em tomar todas as medidas necessárias e importantes para a prevenção de incêndios florestais. Neste sentido, a inclusão de localidades do nosso concelho no projeto ‘Aldeia Segura – Pessoas Seguras’ é um importante passo para implementar as melhores estratégias de proteção de pessoas, bens e da nossa floresta”.

Recorde-se que o programa “Aldeia Segura – Pessoas Seguras” encontra-se a ser implementado em 189 municípios portugueses com freguesias em risco no âmbito da defesa da floresta contra incêndios, sendo que Vila de Rei é o terceiro concelho do distrito de Castelo Branco a ser integrado no programa. Os eixos estratégicos passam pela gestão de combustível, o plano de evacuação da aldeia e a realização de campanhas de sensibilização sobre a temática dos incêndios.

A sessão contou igualmente com a presença  do 2º Comandante operacional do distrito de Castelo Branco, Amândio Nunes, e dos comandantes da GNR e da A.H. Bombeiros Voluntários de Vila de Rei.

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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