Foto: CMVR

Com o aproximar do início do ano letivo, o Município de Vila de Rei preparou novos horários e reforçou a rede de transportes escolares dos alunos do Agrupamento de Escolas de Vila de Rei (Jardim-de-Infância, 1º, 2º e 3º Ciclos e Ensino Secundário), tendo em consideração todas as condicionantes e limitações causadas pela pandemia da Covid-19.

Em comunicado, a autarquia dá conta que durante o ano letivo 2020/2021, irá “reforçar o número de veículos destinado aos transportes escolares, com quatro viaturas pesadas e quatro viaturas ligeira, de nove lugares, destinadas a este serviço, que podem apenas utilizar dois terços da sua capacidade”.

O município refere ainda na mesma nota informativa que “os horários escolares não são uniformes, com turmas a terem aulas apenas num dos períodos do dia (manhã ou tarde)”, dando conta que o começo das aulas será às 08:30 e o seu término às 18:00.

“Para uma melhor coordenação dos transportes, todos os alunos estarão no Agrupamento de Escolas às 08:30, com o transporte de regresso a casa a ser realizado a partir das 14:15, para os estudantes que não terão aulas no período da tarde, e a partir das 18:00 para os restantes alunos. Os horários para as diferentes aldeias irão assim variar consoante o dia da semana”.

Os horários dos transportes escolares de todas as localidades podem ser consultados na página da autarquia, (www.cm-viladerei.pt) sendo relativos a cada dia da semana.

Citado na mesma nota informativa, o presidente do Município de Vila de Rei, Ricardo Aires, refere que “a pandemia da Covid-19 vai, neste ano letivo, obrigar a novas adaptações nos mais variados processos, como é o caso do transporte dos alunos de e para o Agrupamento de Escolas”.

Segundo o autarca, “a solução encontrada vai permitir que as (…) crianças e jovens se possam deslocar com a maior segurança possível e garante o cumprimento de todas as normas estabelecidas pela Direção-Geral de Saúde. Tudo faremos para que possamos proteger os nossos estudantes e, com isso, toda a comunidade. Se todos cumprirmos, venceremos!”, conclui.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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