Em média, são vendidos anualmente 700 mil destes objetos e a fasquia este ano é de chegar ao milhão de Pirilampos vendidos. Foto: DR

Vila de Rei voltou a associar-se à campanha do ‘Pirilampo Mágico’, iniciativa que se assume como um dos maiores símbolos de solidariedade social em Portugal e a maior campanha anual da Fenacerci em apoio a pessoas com deficiência. Todos os interessados podem adquirir o ‘Pirilampo Mágico’ de 2022 no Gabinete de Ação Social, Saúde e Educação do município.

Este ano, o próprio Presidente da República apelou aos portugueses para aderirem à causa das pessoas com deficiência comprando o objeto que desde 1987 é o símbolo desta “luta”, num ano em que as dificuldades atingirão os mais vulneráveis.

Discursando no lançamento da campanha Pirilampo Mágico 2022, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa desafiou “cada portuguesa e cada português, nos CTT, ‘online’, no Montepio, em ligação com a Fenacerci e com as CERCI dê esse pequeno contributo” e pediu que sejam “especialmente generosos”, num ano em que “lhes custa um bocadinho mais”.

Marcelo Rebelo de Sousa apontou que esta campanha chega diretamente a “mais de 25 mil pessoas” com deficiência intelectual ou multideficiência que são apoiadas pelas CERCI, e “indiretamente serve muitos mais”.

Em média, são vendidos anualmente 700 mil destes objetos e a fasquia este ano é de chegar ao milhão de Pirilampos vendidos.

A causa social a que está associado, o apoio a crianças, jovens e adultos com deficiência intelectual e/ou multideficiência, confere a este ícone um estatuto de grande credibilidade e impacto mediático que muito tem contribuído, através da angariação de fundos, para o sucesso das intervenções desenvolvidas junto destes concidadãos.

A iniciativa envolve cerca de 85 organizações sem fins lucrativos e mobiliza milhares de pessoas entre familiares, técnicos e cidadãos anónimos.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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