Melech Mechaya num concerto integrado nos Caminhos da Água. Foto: Luís Ribeiro

Os Melech Mechaya atuaram na noite de sexta-feira, 13 de julho, para uma centena de pessoas, no Largo Municipal de Vila de Rei. Depressa se tornaram no centro da festa. Um centro flutuante, tal a vida e energia que arrastam consigo, e cujas ondas transversais se tornam imparáveis.

Depois de terem amanhecido como banda com um mergulho pioneiro no mundo de alegria explosiva da música klezmer em Portugal – com todas as influências que se cruzam nesse caminho, desde sonoridades árabes, balcânicas, ao jazz e ao folk –, a sua recente Aurora apresenta-se mais calma e introspectiva. Mas eles prometem continuar a ser “os reis da festa”: Melech mechaya, em hebraico.

Este foi um espetáculo inserido nos Caminhos da Água, que conta com uma programação cultural em rede promovida pelos 13 municípios da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, com o objectivo de dinamizar turística e culturalmente este território.

Natural e residente em Tomar, tem como profissão Distribuidor, mas é com a fotografia que se identifica. É amante desta arte em geral, mas a sua verdadeira paixão é a Natureza e Vida Selvagem e os Retratos. É autor do livro de fotografia “Alma Nabantina” e fundador/administrador dos grupos do Facebook “Amigos da Fotografia de Tomar” e "Fauna de Tomar”. Colabora na área de fotografia na imprensa regional e local e já em 2018 foi júri convidado de dois concursos de fotografia. Neste ano conta também com duas exposições de fotografia coletivas, preparando atualmente a terceira.

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