Alunos de Vila de Rei participaram no projeto ‘ColorADD Social’ da CIMT. Créditos: CMVR

Os alunos do 3º ano do Agrupamento de Escolas de Vila de Rei participaram na apresentação do programa ‘ColorADD Social nas Escolas do Médio Tejo’, promovido pela Associação ColorADD Social, em parceria com a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT). A ação tem vindo a ser desenvolvida nas Escolas do Médio Tejo, envolvendo cerca de 2 mil crianças do 3.º ano.

Este programa foi composto por três ações distintas realizadas no espaço da Escola:

  • Uma ação de sensibilização sobre daltonismo, seus constrangimentos e consequência no dia-a-dia dirigida à comunidade escolar;
  • Ação “Ver e Sentir as Cores” – atividade realizada com os alunos que permitiu experienciar o que é ver o mundo pelos olhos de um daltónico e sentir as dificuldades e constrangimentos que daí advém;
  • Rastreio precoce do daltonismo, aproveitando-se sinergias com um rastreio da acuidade visual realizado por optometristas.

A cada criança foi oferecido um Kit ColorADD permitindo um contato com esta linguagem universal e inclusiva.

O projeto “ColorADD Social nas Escolas do Médio Tejo” tem como objetivo definido a “sensibilização da comunidade escolar para o daltonismo e suas limitações, pretendendo-se contribuir para a diminuição do insucesso e abandono escolar precoce, do número de crianças com dificuldades de aprendizagem e de relacionamento interpessoal e prevenir comportamentos de exclusão social e de bullying“.

O daltonismo é a incapacidade ou diminuição da capacidade de ver a cor ou perceber as diferenças de cor em condições normais de iluminação, que afeta cerca de 10% da população masculina e 5% da população feminina.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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