AIGP1 com proposta aprovada e acordo firmado com Fundo Ambiental. Foto: CMVR

Decorreu no dia 22 de março, em Mação, a cerimónia de assinatura de acordos com o Fundo Ambiental, relacionados com a implementação no terreno das Áreas Integradas de Gestão da Paisagem (AIGP), numa cerimónia que contou com a presença do presidente do Município de Vila de Rei, Ricardo Aires, e do secretário de Estado da Conservação da Natureza e Florestas, João Paulo Catarino.

Durante a sessão, foi aprovada a proposta e firmado acordo com o Fundo Ambiental para a AIGP Vila de Rei 1. Com uma área de 1012,90 ha, foi apresentada pela entidade gestora Pinhal Natural, com um montante de financiamento máximo elegível validado de 1.818.637,33 euros, para as ações de investimento e uma remuneração anual máxima de 118.987,87 euros, para os apoios a 20 anos.

A AIGP Vila de Rei I tem por objetivo a gestão conjunta dos terrenos nela englobados, com o apoio e participação dos seus proprietários, coordenada por uma entidade gestora com capacidade técnica, de forma a obter uma área melhor ordenada, bem gerida e com maior capacidade de defesa contra incêndios.

O Concelho de Vila de Rei tem garantidas três AIGPs no seu território, que são encaradas como um importante instrumento de intervenção integrada e estruturada em territórios de floresta com vulnerabilidades específicas, decorrentes da conflitualidade entre a perigosidade e a ocupação e uso do solo.

O presidente da Autarquia vilarregense, Ricardo Aires, destaca que “a implementação das AIGPs no nosso território permite-nos dar uma melhor resposta com vista ao ordenamento e gestão da paisagem, gerindo a nossa área florestal numa escala que nos possibilita uma maior resistência a incêndios florestais. Esta implementação será sempre realizada em parceria com os proprietários dos terrenos e avançará se estes considerarem tratar-se de um projeto capaz de criar mais valias para eles e para o nosso território. O Município está sempre de portas abertas para esclarecer todas as dúvidas existentes e fornecer informações adicionais sobre como valorizar as suas propriedades”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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