A Associação ColorADD Social desenvolveu um vídeo que mostra os passos do projeto e que pode ser visualizado em www.cm-viladerei.pt

O Agrupamento de Escolas de Vila de Rei recebeu, no passado dia 30 de setembro de 2022, a apresentação do programa ‘ColorADD Social nas Escolas do Médio Tejo’, destinado às crianças do 3º ano, numa iniciativa promovida pela Associação ColorADD Social, em parceria com a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT). Esta ação foi desenvolvida nas Escolas do Médio Tejo, envolvendo cerca de 2 mil crianças.

Na sequência dessa visita a Vila de Rei, a Associação ColorADD Social desenvolveu um vídeo que mostra os passos do projeto e que pode ser visualizado em www.cm-viladerei.pt.

O programa foi composto por três ações distintas realizadas no espaço da Escola: uma ação de sensibilização sobre daltonismo, seus constrangimentos e consequência no dia-a-dia dirigida à comunidade escolar; Ação “Ver e Sentir as Cores” – atividade realizada com os alunos que permitiu experienciar o que é ver o mundo pelos olhos de um daltónico e sentir as dificuldades e constrangimentos que daí advém; Rastreio precoce do daltonismo, aproveitando-se sinergias com um rastreio da acuidade visual realizado por optometristas.

A cada criança foi oferecido um Kit ColorADD permitindo um contato com esta linguagem universal e inclusiva.

O projeto “ColorADD Social nas Escolas do Médio Tejo” tem como objetivo definido a “sensibilização da comunidade escolar para o daltonismo e suas limitações, pretendendo-se contribuir para a diminuição do insucesso e abandono escolar precoce, do número de crianças com dificuldades de aprendizagem e de relacionamento interpessoal e prevenir comportamentos de exclusão social e de bullying“.

O daltonismo é a incapacidade ou diminuição da capacidade de ver a cor ou perceber as diferenças de cor em condições normais de iluminação, que afeta cerca de 10% da população masculina e 5% da população feminina.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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