Centro geodésico de Portugal situa-se em Vila de Rei. Foto: CMVR

O Município de Vila de Rei voltou a reafirmar o seu compromisso com a economia circular, com a adesão à segunda edição do Pacto Institucional para a Valorização da Economia Circular na Região Centro, proposto pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC).

A cerimónia de formalização da segunda edição do Pacto Institucional para a Valorização da Economia Circular na Região Centro, decorreu na quinta-feira 30 de novembro, nas instalações d´A Moagem – Cidade do Engenho e das Artes, no Fundão. No total, o Pacto foi subscrito por 101 entidades, que se comprometeram a implementar mais de 230 ações até 2025.

O Pacto Institucional para a Valorização da Economia Circular na Região Centro é uma iniciativa enquadrada no âmbito da Agenda de Economia Circular do Centro e pretende valorizar práticas de economia circular, dando visibilidade às ações desenvolvidas na região com o objetivo de estimular a adoção de estratégias de circularidade.

De acordo com a presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Isabel Damasceno, “os impactos das ações propostas permitirão, certamente, gerar práticas inspiradoras e exemplos inovadores e contribuirão para uma maior disseminação dos princípios de circularidade e acelerando, de forma decisiva, o processo de transição da região e do país para uma economia mais circular”.

O Pacto pode ser subscrito por entidades da região Centro ou que operem na região, desde que se comprometam com a realização de pelo menos uma ação, que contribua para a promoção de uma economia mais circular.

O presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, Ricardo Aires, referiu que “a subscrição desta segunda edição do Pacto Institucional, traduz-se no desenvolvimento de soluções inovadoras na promoção de uma economia circular no nosso Concelho, através da implementação de estratégias de otimização de recursos, redução de desperdício e fomentando a adoção de boas práticas ambientais no âmbito da sustentabilidade”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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