Águas da praia fluvial do Penedo Furado voltam a receber galardão 'Qualidade de Ouro' da Quercus. Foto: mediotejo.net

A época balnear no concelho de Vila de Rei teve início no dia 15 de junho, com todas as infraestruturas de apoio aos visitantes a funcionarem nas praias fluviais do Penedo Furado, Bostelim, Fernandaires, Pego das Cancelas e também na piscina descoberta, em Vila de Rei.

Ao longo do verão, os bares de apoio nas praias de Penedo Furado e Fernandaires vão estar em funcionamento das 09h00 às 20h00, enquanto que o bar da Praia Fluvial do Bostelim estará aberto entre as 11h00 e as 20h00. O bar da praia fluvial do Pego das Cancelas funciona das 11h00 às 19h00, de domingo a sexta-feira, e com horário das 11h00 às 02h00 aos sábados.

Para além dos bares de apoio, os visitantes dispõem de balneários e zonas de estacionamento em todas as praias fluviais do concelho, sendo que estas áreas se encontram devidamente vigiadas por nadadores salvadores.

A piscina descoberta de Vila de Rei e a piscina infantil entraram em funcionamento também a 15 de junho, com horário de abertura ao público das 10h00 às 12h00 e das 15h00 às 20h00, incluindo fins de semana.

Praia fluvial de Fernandaires, em Vila de Rei. Fotografia: CMVR

Neste ano 2023, as zonas balneares de Vila de Rei viram novamente a sua qualidade reconhecida e comprovada através da atribuição da Bandeira Azul às praias fluviais do Bostelim e de Fernandaires (pelo oitavo e segundo ano consecutivo, respetivamente) e da distinção da Quercus de ‘Praia com Qualidade de Ouro’ à praia fluvial de Fernandaires (décima segunda vez), zona balnear da Zaboeira (sétima vez) e praias fluviais de Penedo Furado, Bostelim e Pego das Cancelas (pelo quarto ano consecutivo).

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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