Pelo seu trabalho de solidário, a Vidas Cruzadas recebeu o prémio Infância - BPI | Fundação La Caixa. Foto: VC

A Associação Vidas Cruzadas, com sede em Tramagal (Abrantes), conseguiu neste Natal apadrinhar diretamente 103 crianças com presentes e várias famílias com bens alimentares. Pelo seu trabalho de solidário, a Vidas Cruzadas recebeu o prémio Infância – BPI | Fundação La Caixa. O projeto BlueUp – Programa de Desenvolvimento na Neurodivergência, foi um dos 39 aprovados, em 125 candidaturas, e vai permitir implementar novas respostas na região em 2025.

Para o apoio na quadra festiva a crianças e famílias, a Vidas Cruzadas contou com o apoio da comunidade, no geral, da empresa Mitsubishi Fuso Truck Europe, S.A., da empresa Ramos&Pereira, do Colégio Andrade Corvo – Entroncamento e da TagusValley – Parque de Ciência e Tecnologia.

Alguns dos bens recebidos (roupas e brinquedos) vão também agora para a loja social da Associação, para que possa continuar a apoiar a comunidade durante o próximo ano.

Pelo seu trabalho de solidário, a Vidas Cruzadas recebeu, no início de dezembro, o prémio Infância – BPI | Fundação La Caixa. O projeto BlueUp – Programa de Desenvolvimento na Neurodivergência, foi um dos 39 aprovados, em 125 candidaturas e permite implementar novas respostas na região.

Associação Vidas Cruzadas. Créditos: VC

O BlueUp – Programa de Desenvolvimento na Neurodivergência, vai contribuir para o desenvolvimento, integração e capacitação para a vida adulta autónoma de crianças e jovens com autismo e PHDA, melhorando o seu desenvolvimento e qualidade de vida através de intervenções precoces e integradas.

O projeto BlueUp – Programa de Desenvolvimento na Neurodivergência, será implementado nos próximos 12 meses na área da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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