Várzea dos Cavaleiros inaugura núcleo museológico dedicado à resina e aos resineiros. Foto: CMS

A localidade de Várzea dos Cavaleiros, na Sertã, vai ter um núcleo museológico dedicado à resina. A inauguração deste novo espaço, situado no edifício da Junta de Freguesia local, decorrerá no domingo, dia 30 de junho, às 17h00. A sessão solene está integrada nas comemorações do Dia da Freguesia da Várzea dos Cavaleiros.

O núcleo museológico dedicado à resina resulta de um projeto conjunto entre a Junta de Freguesia da Várzea dos Cavaleiros e a Câmara Municipal da Sertã no sentido de “valorizar a história local e os seus protagonistas”, indica o município, em nota informativa.

“O Núcleo Museológico da Resina da Várzea dos Cavaleiros é o mais recente espaço a ser inaugurado no concelho da Sertã e integra-se numa estratégia concreta da Câmara Municipal da Sertã de valorizar a história local, os seus protagonistas e, assim, qualificar a oferta cultural. Nestes últimos meses, temos inaugurado uma série de novos espaços que engrandecem a nossa memória e são motivo de orgulho para todos nós”, declarou Carlos Miranda, presidente da Câmara Municipal da Sertã, citado em nota informativa.

O edil frisou ainda “a importância destes locais como centros de cultura e de aprendizagem e, simultaneamente, como dinamizadores da oferta turística das freguesias”.

A presidente da Junta de Freguesia da Várzea dos Cavaleiros, Maria Gracinda Marçal, por sua vez, congratulou-se “com este novo espaço” e invocou “as lembranças dos tempos da resina e dos resineiros na freguesia, mas também em todo o concelho” da Sertã.

“Este é um local de recordações e de homenagem a todos aqueles que construíram e fizeram da indústria resineira um dos grandes ativos económicos da nossa região””, afirmou.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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