Vale das Mós Summer Fest regressa com Sippinpurpp, 9 Miller e campismo gratuito. Foto: DR

O Vale das Mós Summer Fest regressa dias 03 e 04 de julho à aldeia de Vale das Mós, em Abrantes, com concertos de Sippinpurpp, 9 Miller e vários DJs, além de campismo gratuito, ‘pool party’ e ‘color run’.

Organizado pela Associação Juvenil Cem Rumos, com sede em Vale das Mós, Abrantes, o festival realiza-se desde 2014 e tem vindo a crescer nos últimos anos, apostando numa programação direcionada para o público jovem, mas complementada com atividades recreativas e desportivas para diferentes faixas etárias.

A edição de 2026 arranca na sexta-feira, 03 de julho, com atuações de JB, 9 Miller, DJ Bruno de Carvalho e Danni Vita. No dia seguinte sobem ao palco DJ Faria, Sippinpurpp e DJ Pablu, num cartaz marcado pela presença de nomes ligados ao rap e à música urbana, a par da valorização de artistas da região.

Além dos concertos, a organização volta a promover uma ‘pool party’ nas piscinas de Vale das Mós e uma ‘color run’, iniciativas que se juntam ao campismo gratuito disponibilizado aos participantes.

Segundo a Associação Juvenil Cem Rumos, o evento mantém a aposta na criação de uma experiência que combine música, convívio e dinamização do território, sob o lema “#EsteValeValeAPena”.

A organização anunciou ainda a disponibilização de transportes de e para o recinto do festival e de serviço de refeições durante os dois dias do evento.

Os bilhetes gerais custam cinco euros até 27 de junho, passando para seis euros após essa data. O ingresso diário, disponível apenas no local, tem o valor de quatro euros.

Tal como em anos anteriores, o Vale das Mós Summer Fest foi distinguido pela Valnor como eco-evento, reconhecimento atribuído pelas práticas de reciclagem e sensibilização ambiental implementadas pela organização.

A iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Abrantes, da União de Freguesias de São Facundo e Vale das Mós, dos Serviços Municipalizados de Abrantes, do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) e do Turismo do Centro de Portugal.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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