Para esta semana está prevista uma descida da temperatura mínima da ordem dos 04 a 06 graus e uma descida das máximas de 07/08 ou 09 graus. Foto: DR

A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) está a recomendar cuidados especiais às instituições da Segurança Social, residências para idosos e unidades de cuidados continuados a propósito da vaga de frio.

A ARSLVT, através do Departamento de Saúde Pública, recomenda o reforço das medidas de prevenção, tendo em conta as previsões de uma vaga de frio com possibilidade de temperaturas negativas e que se deve estender por uma semana (segundo previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera – IPMA), afirma a instituição em comunicado.

“A ARSLVT alerta igualmente toda a população para a conveniência de tomar medidas básicas de prevenção e proteção da saúde”, diz-se no comunicado, no qual se lembra que em caso de necessidade as pessoas devem ligar para a linha Saúde 24 (808242424) ou ir ao centro de saúde mais próximo, evitando as urgências hospitalares.

Alertando para as consequências para a saúde da exposição ao frio intenso, particularmente durante vários dias consecutivos, a ARSLVT recomenda à população para se manter protegida do frio, especialmente se tiver algum problema de saúde, evitando fazer esforços físicos intensos ao ar livre.

No comunicado recomenda-se nomeadamente que as temperaturas das casas se mantenham entre os 18 e os 21 graus, que se tenha atenção à ventilação no caso do uso de lareiras, braseiras, salamandras ou equipamentos de aquecimento a gás, que se usem várias camadas de roupa e que se façam refeições mais frequentes e quentes.

As previsões do IPMA apontam para temperaturas muito baixas durante toda esta semana. Na sequência desta massa de ar fria e seca, está prevista uma descida da temperatura mínima da ordem dos 04 a 06 graus e uma descida das máximas de 07/08 ou 09 graus.

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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