O Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) do distrito de Santarém quer que o Orçamento do Estado para 2023 inclua verbas que permitam resolver a situação da Estrada Nacional 118, “via estruturante” que atravessa vários aglomerados urbanos.
Em declarações aos jornalistas, Manuel José Soares. do MUSP, afirmou ser tempo de serem construídas alternativas aos percursos urbanos da EN118, lembrando que esta é utilizada “por milhares de carros, camiões (alguns carregados de matérias perigosas) e alfaias agrícolas”, prejudicando, ao atravessar os aglomerados urbanos, a mobilidade da população local, a qual é sujeita à poluição e à insegurança desta via.
ÁUDIO | MANUEL JOSÉ SOARES, UTENTES SERVIÇOS PÚBLICOS:
No distrito de Santarém, a EN118 passa pelos concelhos de Benavente, Salvaterra de Magos, Almeirim, Alpiarça, Chamusca, Constância e Abrantes e atravessa as povoações de Samora Correia, Benavente, Salvaterra de Magos, Almeirim, Alpiarça, Chamusca, Carregueira e Tramagal, entre outras, exigindo o MUSP “a construção de alternativas aos percursos urbanos”, nomeadamente, a conclusão do IC3, bem como a repavimentação e a criação de faixas para transportes lentos.

c/LUSA
