Hospital de Abrantes, do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT). Foto: mediotejo.net

O Serviço de Urgência de Ginecologia e Obstetrícia e o bloco de partos do Centro Hospitalar do Médio Tejo, em Abrantes, vão estar encerrados de 21 a 23 de abril, entre sexta-feira e domingo, no âmbito de um serviço rotativo previsto decorrer agora até final de maio. As utentes que necessitem de assistência médica deverão deslocar-se ao Hospital de Santarém ou ao hospital de Santo André, em Leiria.

Em comunicado, o Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), dá conta que o Bloco de Partos e o Serviço de Urgência de Ginecologia e Obstetrícia da Unidade Hospitalar de Abrantes do CHMT vão continuar a funcionar em esquema de rotatividade até ao final do mês de maio, tal como aconteceu neste primeiro trimestre de 2023, por deliberação da Direção Executiva (DE) do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O CHMT refere ainda que a iniciativa ‘Nascer em Segurança’ visa “garantir às grávidas e aos recém-nascidos os princípios da segurança, previsibilidade, equidade, qualidade, prontidão e humanização dos cuidados de saúde”.

De acordo com esta organização, os Serviços de Urgência de Ginecologia-Obstetrícia e Bloco de Partos do CHMT estão encerrados ainda nos seguintes fins-de-semana: 21, 22 e 23 de abril; 5, 6 e 7 de maio e 19, 20 e 21 de maio.

Durante estes períodos de encerramento programado, as utentes grávidas ou com problemas do foro ginecológico devem deslocar-se ao Hospital Distrital de Santarém ou ao Hospital de Santo André (Leiria).

O CHMT reitera a importância de, antes do recurso a qualquer unidade de saúde, contactar previamente o SNS 24 (808 24 24 24) e, em situações de emergência, realizar o contacto para o 112.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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