Bloco de partos e urgências de obstetrícia e ginecologia, no hospital de Abrantes, estão encerrados este fim de semana. Foto arquivo: Lusa

O Serviço de Urgência de Ginecologia e Obstetrícia e o Bloco de Partos do hospital de Abrantes, da Unidade Local de Saúde (ULS) Médio Tejo, vai estar “referenciada” entre terça-feira e sábado, ou seja, “reservada às urgências internas e aos casos referenciados pelo CODU/INEM e pela Linha SNS24”. O serviço vai estar mesmo encerrado esta segunda-feira, dia 6 de janeiro, e também no domingo, dia 12.

Os demais serviços de urgência hospitalar da ULS Médio Tejo, incluindo a pediatria, estarão a funcionar sem restrições nos próximos dias, com a exceção da urgência de Ginecologia e Obstetrícia, que estará encerrada dois dias esta semana e referenciada nos demais, segundo o mapa de hoje com a indicação semanal das Escalas de Urgência do Serviço Nacional de Saúde (AQUI).

A ULS Médio Tejo informou nas redes sociais que “o Serviço de Urgência de Ginecologia-Obstetrícia e Bloco de Partos terão alterações no seu funcionamento em alguns dos próximos dias”, sendo que o motivo estará relacionado com dificuldades na elaboração das escalas médicas.

Na ULS Médio Tejo, a urgência de Ginecologia-Obstetrícia, instalada na unidade hospitalar de Abrantes, esteve já “referenciada” nos dias 28 e 29 de dezembro, ou seja, “reservada às urgências internas e aos casos referenciados pelo CODU/INEM e pela Linha SNS24”, em período de contingência entretanto alargado.

A ULS realça ainda a importância de ligar em primeiro lugar para a linha SNS 24 – 808 24 24 24 -, uma linha telefónica gratuita, disponível 24 horas, para uma triagem e encaminhamento adequado de cada situação. Em situações de emergência, o contacto deverá ser realizado diretamente para o 112.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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