União Jazz Malpiquense assinala 85ª aniversário a 2 de maio. Foto: UJM

A União Jazz Malpiquense (UJM), com sede na freguesia de Santa Margarida da Coutada, prepara-se para viver um período de intensa atividade sociocultural, assinalando o seu percurso histórico da associação fundada em 1941. O ponto alto das celebrações acontece no dia 2 de maio, um sábado, data em que a coletividade comemora o seu 85.º aniversário com um evento que promete unir gerações.

A jornada festiva de maio terá início às 9h00 com a concentração para um Passeio de BTT na sede da associação. Segue-se, pelas 13h00, um almoço comunitário cujo prato principal será a tradicional Carne de Porco à Portuguesa, incluindo ainda entradas, sopa, sobremesa e o indispensável bolo de aniversário.

O custo de participação varia entre as 7,5 “Uniões” (para crianças dos 6 aos 11 anos) e as 15 “Uniões” para não sócios. As inscrições podem ser feitas junto da direção, através do contacto de Nuno Damásio ou via Facebook. A tarde será animada por uma matiné dançante com Bruno Ricardo, a partir das 15h30.

Antecipando as celebrações oficiais, a UJM promove também uma iniciativa de “Sede Aberta” nos dias 18 e 19 de abril, a partir das 13h00. Durante este fim de semana, os visitantes poderão desfrutar de serviço de bar e diversos petiscos, aproveitando o momento para o pagamento de quotas ou resolução de outros assuntos institucionais.

Um dos destaques deste convívio será a transmissão em direto do jogo Sporting – Benfica, agendada para domingo, dia 19.

Com o mote “Apareçam e tragam um amigo”, a direção da União Jazz Malpiquense reforça o convite à comunidade para celebrar quase um século de história e animação no coração de Malpique.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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