União de Freguesias de Torres Novas levou teatro comédia à comunidade sénior. Foto: UFTN

Uma tarde de alegria e boa disposição foi o que se viveu no Teatro Virgínia, em Torres Novas, que registou casa cheia. A União de Freguesias de Torres Novas – Santa Maria, Salvador e Santiago -, convidou a comunidade sénior para assistir à peça “De Sogra e de Louco… Todos Temos um Pouco”, com o bom humor a registar muitos aplausos e gargalhadas.

A peça de teatro comédia contou com um elenco composto por André Cortina, Carla Lourenço, João Cobanco, Ruben Menino e Tassia Camargo, sendo o texto e a encenação de Rafael Ribeiro Rodrigues. A iniciativa, de entrada gratuita, contou com organização da União de Freguesias de Torres Novas, em atividade direcionada para a população a partir dos 60 anos (inclusive), e o balanço foi considerado muito positivo, tendo os objetivos sido plenamente alcançados.

“Não existem palavras para descrever os olhares, sorrisos e gratidão, por alguém se lembrar que todos devemos ter oportunidades para ser felizes. É fácil quando há vontade, quando existe solidariedade e quando nos dedicamos também, a quem merece e faz da nossa Missão, uma vivência em que acreditamos poder fazer mais e melhor”, disse ao mediotejo.net Margarida Manta, tesoureira da União de Freguesias de Torres Novas, que aponta já a outras atividades.

“Este foi o segundo ano que realizamos esta atividade para os seniores mas abrimos o convite a todo o concelho e também a IPSS’s, lares, centros de dia, entre outros”, indicou. “Temos o Projeto Bebé a Bordo, fazemos um evento de Natal para o Centro Escolar de Santa Maria, apoios a candidaturas das IPSS, coletividades, associações”, elencou, no âmbito das atividades regulares.

“Para este ano teremos ainda a festa de Natal e o evento onde reunimos os bebés apoiados no projeto Bebé a Bordo, que, para além de uma transferência feita após aprovação de candidatura, nesta festa recebem um cabaz de produtos diversos para o bebé”, declarou, com a União de Freguesias a levar ainda um teatro às aldeias sobre o tema das queimadas, para que de uma forma lúdica se informe e se passem indicações ao nível dos cuidados preventivos e de segurança.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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