ULS Médio Tejo alerta para cuidados na apanha da azeitona. Foto ilustrativa: DR

A Unidade Local de Saúde (ULS) do Médio Tejo lançou uma ação de sensibilização à população sobre a necessidade de um maior cuidado e a adoção de estratégias de prevenção de quedas e de acidentes durante a campanha de apanha da azeitona. A ULS alerta que “todos os anos há dezenas de acidentes e quedas que ocorrem no contexto da apanha da azeitona, manual ou mecanizada, e que originam a necessidade de atendimento no Serviço de Urgência” hospitalar.

“Falamos de quedas de árvores que podem muitas vezes ser fatais, traumatismos graves e acidentes com maquinaria pesada”, indica a ULS Médio Tejo, entidade que alerta ainda que a sinistralidade durante a campanha da azeitona “pode também ocorrer nas fases do transporte ou mesmo no processamento da azeitona no lagar” e, numa fase posterior, nas podas, ao cuidar do olival.

A tipologia de acidente continua a abranger quedas acidentais, mas também aumenta a possibilidade traumas por objetos cortantes, os quais podem ser da maior gravidade, apelando a ULS aos máximos cuidados e medidas de precaução, num problema de saúde pública.

“As quedas são, de forma global, um problema de saúde pública de grandes proporções no nosso país”, indicou a ULS, tendo feito notar que “a região do Médio Tejo não é exceção: trata-se do acidente mais notificado nos hospitais nacionais, do qual cerca de 5% resultam em fraturas e 5% a 11% em outros danos graves”, alerta a instituição hospitalar.

“Assim, todo o cuidado é pouco na campanha da azeitona. Evite os acidentes e, sobretudo, as quedas”. A ULS apela à utilização de equipamentos de proteção e, se a idade for mais avançada, evitar subir a árvores.

“É preferível utilizar o varejador para ripar a oliveira em segurança – deixando os ramos mais altos por colher – do que colocar em risco a sua saúde ou mesmo a vida”, apela.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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