Maria do Céu Albuquerque, presidente da CIMT e da Câmara de Abrantes. Foto: mediotejo.net

A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) vai apostar forte na divulgação, dinamização e atração de turistas para o seu território, uma região composta por 13 municípios com um “potencial imenso”, segundo as palavras da presidente da CIMT, Maria do Céu Albuquerque, sendo objetivo poder fixar os visitantes no Médio Tejo durante alguns dias e noites, ultrapassando as meras visitas de algumas horas, no dito excursionismo.

Em declarações ao mediotejo.net, a presidente da CIMT, a socialista Maria do Céu Albuquerque, que também preside à Câmara de Abrantes, disse que hoje a região vive “uma oportunidade única”, com muitos milhares de turistas internacionais a chegarem a Portugal através de Lisboa e Porto, tendo observado que muitos deles ficam por estas cidades ou vão visitar determinados pontos em concreto, quando entram dentro do território do Médio Tejo, ficando apenas uma manhã ou uma tarde.

“E a nós, aquilo que nos importa, é conseguir atrair e fixar turistas, para que fiquem mais do que umas horas e não seja apenas excursionismo mas passe a ser efetivamente turismo, que utilize as nossas camas, restauração e comércio local”, frisou.

“O Médio Tejo tem um potencial imenso e o que nos falta, e que estamos a estruturar, é uma oferta de produto turístico que valorize o nosso património, que valorize os nossos ativos, para trazermos as pessoas para dentro do nosso território e que fiquem mais do que apenas algumas horas”, revelou Maria do Céu Albuquerque, tendo destacado a albufeira de Castelo do Bode e a sua estância de wakeboard, “única no país”, o eixo entre Fátima e Tomar, a rota templária, o caminhos de Santiago, o turismo religioso, para além do turismo cultural, com os castelos do Tejo, Almourol, o Convento de Cristo e o património judaico ou o Museu Nacional Ferroviário, outro “grande ativo” instalado no território, entre outros.

A CIM do Médio Tejo vai voltar a marcar presença na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa, a partir de hoje, dia 28 de fevereiro, e até 4 de março, na FIL, em Lisboa, para mostrar os seus potenciais turísticos e aproveitar esta presença para promover a região de forma conjunta, através do contacto direto com potenciais investidores e turistas, naquela que é considerada a maior feira do setor em Portugal”.

Será igualmente uma oportunidade para a apresentação dos principais projetos da região com relevância para o turismo. A estratégia de participação deste ano centra-se na apresentação de projetos enquadrados no Programa de Ação para os Produtos Turísticos Integrados de Base Intermunicipal do Médio Tejo, concretamente projetos intermunicipais, de caráter nacional/internacional e com forte caráter de inovação.

Durante os dias da BTL, a CIM do Médio Tejo vai apresentar o programa Fátima-Tomar Stayover, uma ação de estruturação dos produtos turísticos do Médio Tejo e de promoção e comunicação inteligente do destino através de reservas diretas nas unidades de alojamento da região, com a atribuição de vouchers de experiências ou de descontos.

O projeto Wakeboard no Médio Tejo, sob o mote “Wakeboard para todos, dos 7 aos 77”, e a apresentação do Caminhos 2018 – Programação Cultural em Rede – um projeto promovido em parceria por esta CIM e os seus treze municípios, que teve o seu arranque o ano passado e continuará a animar o território em 2018, vão estar em destaque, a par da apresentação da App Descubra Médio Tejo Versão 2, um momento onde será dado a conhecer o upgrade da App de promoção turística, com especial enfoque nas suas novas funcionalidades.

Durante os cinco dias em que decorre a BTL, a CIM do Médio Tejo vai apresentar ainda uma programação variada, assim como propostas de animação e de degustação.

Esta participação enquadra-se na parceria entre esta Comunidade Intermunicipal e a Entidade Regional de Turismo do Centro, com a singularidade de este ano o Centro de Portugal ser a região escolhida como destino nacional convidado.

Integrada no Stand da Turismo do Centro, a CIM do Médio Tejo vai estar representada no Pavilhão 1 – Stand A01.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

Leave a Reply