o Torneio DisCup envolve este ano três das quatro equipas de Abrantes que disputam os campeonatos distritais de futebol senior. Foto arquivo: CMA

O DisCup, torneio concelhio de pré-época de Abrantes, arranca este sexta-feira, 5 de setembro, estando a última jornada agendada para domingo, dia 7. O DisCup envolve este ano três das quatro equipas do concelho que disputam os campeonatos distritais de futebol sénior da Associação de Futebol de Santarém.

O DisCup 2025, torneio de pré-época de Abrantes, disputa-se em três dias seguidos, arrancando na sexta-feira, dia 5 de setembro, às 20h30, no Campo CUF, em Alferrarede, com o jogo entre ‘Dragões’ de Alferrarede e Abrantes e Benfica. Na 2ª jornada, sábado, dia 6, às 16h00, o Tramagal (TSU) recebe o Alferrarede, com a última jornada a realizar-se no domingo, também às 16h00, com o Abrantes e Benfica a receber o Tramagal.

O torneio conta este ano com a participação de Sport Abrantes e Benfica (SAB), Tramagal Sport União (TSU), clubes que vão disputar 1ª divisão distrital, e CDR de Alferrarede, da 2ª divisão. A Casa do Povo de Pego, que vai também disputar a 2ª distrital, declinou o convite do município.

o Torneio DisCup envolve este ano três das quatro equipas de Abrantes que disputam os campeonatos distritais de futebol senior. Foto arquivo: CMA

O TSU venceu a 1ª edição do troféu, em 2022, ao passo que o SAB venceu as duas seguintes.

O TSU, vencedor da I edição do torneio na final disputada com o SAB,, levou também a taça disciplina para a sua sala de troféus. Foto: CMA

Em 2024, a equipa B do Abrantes e Benfica (SAB) conquistou o troféu DisCup, ao vencer por 1-0 a final disputada frente à Casa do Povo do Pego. O TSU conquistou a Taça Disciplina pelo 3º ano consecutivo.

Abrantes e Benfica vence Pego e conquista Taça DisCup. Foto: CMA

O último jogo do torneio Discup, no domingo, dia 7, disputa-se no campo nº 1 da Cidade Desportiva.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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