A23 esteve cortada ao trânsito entre Atalaia e Constância. Foto: DR

A circulação automóvel no sentido Torres Novas – Abrantes, interrompida deste o passado sábado, 22 de outubro, entre a zona de Atalaia e Constância, causando grandes constrangimentos de trânsito em Tancos e Vila Nova da Barquinha, voltou a ser possível na A23 a partir das 20h00 de quinta-feira, 27 de outubro, informou a Infraestruturas de Portugal (IP), situação confirmada pelo mediotejo.net. Contudo, haverá até final do ano um “basculamento de tráfego num troço de 600 metros, localizado entre o Nó da Atalaia e o Nó de Roda”, ou seja, nessa zona haverá apenas uma faixa de rodagem disponível em cada um dos sentidos.

“A IP está a desenvolver os trabalhos preparatórios e de sondagens para a execução da empreitada de reparação da plataforma rodoviária da A23, na zona de Atalaia, onde ao quilómetro 21,150 foi identificada uma depressão no pavimento”, refere a empresa, lembrando tratar-se de “uma intervenção de especial complexidade técnica”, uma vez que naquele local, sob a via, passa um gasoduto da REN.

A realização destes trabalhos vai obrigar à implementação de constrangimentos ao trânsito até ao final da obra, com conclusão prevista para dezembro.

A IP pede “a melhor compreensão para os eventuais transtornos” que estes condicionamentos possam provocar, sendo necessários para “garantir a boa execução da intervenção” que permitirá “a reposição das condições de circulação e mobilidade das populações que utilizam a A23”.

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Patrícia Fonseca

Sou diretora do jornal mediotejo.net e da revista Ponto, e diretora editorial da Médio Tejo Edições / Origami Livros. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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