o TSU, clube fundado a 1 de maio de 1922, está a assinalar 100 anos em atividade. Foto arquivo: Jorge Santiago/mediotejo.net

O vasto programa das Comemorações do I Centenário do Tramagal Sport União (TSU) encerra no domingo, dia 30 de abril, com um momento pirotécnico, antecedido de uma caminhada cultural a decorrer este sábado, às 17h00. A caminhada incidirá sobre um percurso de 100 anos de vida e vai passar por importantes e míticos locais ligados à história do TSU.

O local de partida será junto à Sede do Tramagal Sport União, no Largo dos Combatentes da Grande Guerra, em Tramagal, com início às 17h00, num percurso com cerca de 5,6 km e uma duração prevista de 2 horas e 15 minutos.

A inscrição pode ser efetuada AQUI, junto de algum dos elementos da Comissão do Centenário, ou na sede do TSU (dia 28/04, das 17:00 às 19:00) e (dia 29/04, das 10:00 às 11:30 e das 14:00 às 16:00).

O valor da inscrição é de 7,50 euros e os participantes têm direito a um Kit (T-shirt, mochila, chapéu, água e fruta). Adicionalmente terão direito a uma medalha da Caminhada do Centenário. O pagamento deve ser efetuado no ato da inscrição ou no momento de levantamento do Kit (Sede do TSU (dia 28/04, das 17:00 às 19:00) e (dia 29/04, das 10:00 às 11:30 e das 14:00 às 16:00)

O encerramento das comemorações do I Centenário do Tramagal Sport União está marcado para domingo, dia 30 de abril, às 23h30, junto à sede do TSU, com um momento pirotécnico.

No dia 1 de maio, o TSU assinala o seu 101º aniversário, com um almoço comemorativo que vai decorrer no restaurante O Barraqueiro, seguido de uma tarde de futebol no Campo de Jogos Comendador Eduardo Duarte Ferreira, com a XVII edição do Torneio de Escolinhas organizado pela Câmara de Abrantes.

Para dia 5 de maio, estão marcadas as eleições para os orgãos sociais do clube para o biénio 2023-2025. A Assembleia do TSU vai decorrer no auditório da Junta de Freguesia de Tramagal, às 20h00, devendo ter início uma hora mais tarde, em segunda convocatória.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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