Festas em Honra da Senhora da Oliveira regressam de 14 a 16 de agosto. Foto: Décio Dias/JF Tramagal

A centenária Festa do Tramagal em Honra de Nossa Senhora da Oliveira regressa nos próximos dias 14, 15, 16 e 17 de agosto, num evento que apresenta espetáculos musicais, gastronomia, artesanato, atividades desportivas e cerimónias religiosas. Do programa constam diversos espetáculos que abrilhantarão o evento, todos os dias, a partir das 21h30, e até de madrugada.

Simultaneamente, no Largo dos Combatentes da Grande Guerra e no edifício do mercado (que decorrerá normalmente no sábado de manhã), o visitante poderá encontrar serviço de bares e restauração, cafetaria e doçaria, quermesse, feira de artesanato, uma Loja do Tramagal onde serão expostos e comercializados produtos típicos locais, bem como diversões para as crianças.

No âmbito dos festejos realizar-se-á também a 2.ª Volta a Tramagal – corrida popular de ciclismo na manhã do dia 15 de agosto e um Torneio de Sueca, no sábado, dia 17, a partir das 14h30, na sede da freguesia.

As seculares cerimónias religiosas em honra de Nossa Senhora da Oliveira, padroeira local, com realização de missa e procissão, têm início pelas 18h00 do dia 15 de agosto, junto à Igreja.

Para além da promoção sociocultural e do convívio da comunidade, este ano a festa terá também como motivação a reunião de fundos para apoiar a construção do Lar do Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora de Oliveira.

Romana atua na vila de Tramagal dia 16 de agosto. Foto: DR

As inscrições para a prova de ciclismo podem ser realizadas em: com inscrições em https://www.trilhoperdido.com/evento/2-Volta-a-Tramagal

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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